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Atualizado em 2026-04-08. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
No fim do Devoniano, há 360 milhões de anos, os mares, rios e lagos abrigavam muitos seres vivos, enquanto em terra cresciam as primeiras plantas e não havia vertebrados, embora alguns, como Ichthyostega, talvez saíssem ocasionalmente da água. É possível que se deslocassem com os membros anteriores, arrastando a parte posterior do corpo de forma semelhante à dos elefantes-marinhos. No Carbonífero Inferior, entre 360 e 323 milhões de anos atrás, o clima era relativamente úmido e quente. Formaram-se extensos pântanos com musgos, samambaias, cavalinhas e Calamites. Artrópodes que respiravam ar evoluíram e ocuparam a terra, onde alimentavam os anfíbios carnívoros que começavam a se adaptar ao ambiente terrestre. Não havia outros tetrápodes em terra, e os anfíbios ocupavam o topo da cadeia alimentar. Alguns tinham funções ecológicas semelhantes às dos crocodilos viventes. Embora tivessem membros e pudessem respirar ar, a maioria ainda apresentava corpo longo e afilado e cauda forte. Outros eram os maiores predadores terrestres, às vezes com metros de comprimento, e se alimentavam dos grandes insetos da época e dos muitos tipos de peixes. Ainda precisavam voltar à água para depositar seus ovos sem casca. Mesmo entre os anfíbios modernos, a maioria tem uma fase larval inteiramente aquática, com brânquias como as de seus ancestrais peixes. O desenvolvimento do ovo amniótico, que impede o ressecamento do embrião, permitiu aos répteis se reproduzir em terra e favoreceu seu predomínio no período seguinte.
Fontes: pt.wikipedia.org
Após o colapso das florestas tropicais do Carbonífero, os répteis passaram a predominar no lugar dos anfíbios, que sofreram novas perdas na extinção do Permiano-Triássico. No Triássico, entre 252 e 201 milhões de anos atrás, os répteis mantiveram a vantagem competitiva sobre os anfíbios, cujo tamanho e participação na biosfera diminuíram. Os fósseis permitem supor que Lissamphibia, a única linhagem com representantes viventes e que abrange todos os anfíbios modernos, tenha se separado dos grupos extintos Temnospondyli e Lepospondyli entre o Carbonífero Superior e o Triássico Inferior. A escassez relativa de fósseis impede uma datação precisa. Uma análise molecular baseada na tipagem de sequências multilocus propõe que os anfíbios viventes tenham surgido no Carbonífero Superior ou no Permiano Inferior.
Fontes: pt.wikipedia.org
As origens e o parentesco evolutivo dos três grupos de anfíbios são debatidos. Uma filogenia molecular de 2005, baseada na análise de DNA ribossômico, propõe um parentesco mais próximo entre salamandras e cecílias do que entre esses grupos e os anuros. A divergência entre os três grupos teria ocorrido no Paleozoico ou no início do Mesozoico, há cerca de 250 milhões de anos, antes da fragmentação do supercontinente Pangeia e pouco depois de sua separação dos peixes de nadadeiras lobadas. A brevidade desse intervalo e a rapidez da radiação poderiam explicar a escassez relativa de fósseis de anfíbios primitivos. Há grandes lacunas na documentação fóssil. A descoberta, em 2008, do temnospôndilo dissorofóideo Gerobatrachus, do Permiano Inferior do Texas, preencheu uma delas com um animal que apresentava muitas características dos anuros modernos. Análises moleculares situam a separação entre anuros e salamandras muito antes da data obtida a partir dos fósseis. Uma análise propôs que o último ancestral comum de todos os anfíbios modernos viveu há cerca de 315 milhões de anos e que os temnospôndilos estereospôndilos são os parentes mais próximos das cecílias. A maioria dos trabalhos, porém, sustenta uma única origem monofilética dos anfíbios modernos entre os temnospôndilos dissorofóideos. Ao evoluírem de peixes com pulmões, os anfíbios precisaram de adaptações para viver em terra, entre elas novas formas de locomoção. Na água, os movimentos laterais da cauda os impulsionavam para a frente, mas em terra eram necessários mecanismos diferentes.
Fontes: pt.wikipedia.org
A coluna vertebral, os membros, as cinturas dos membros e a musculatura precisavam ser fortes o suficiente para erguer o corpo do chão durante a locomoção e a alimentação. Os adultos terrestres perderam o sistema de linha lateral e adaptaram seus sistemas sensoriais para receber estímulos pelo ar. Desenvolveram novas formas de regular a temperatura corporal diante das oscilações da temperatura ambiente e comportamentos reprodutivos adequados ao ambiente terrestre. A pele passou a receber a radiação ultravioleta prejudicial antes absorvida pela água e se modificou para proteger melhor o corpo e evitar a perda excessiva de água.
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Semaglutida é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Semaglutida apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Semaglutida)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Semaglutida)